Sistemas de gestão para regras que não cabem no padrão.

Para empresas, a gestão construída em volta da sua regra de preço, aprovação e atendimento. Para o setor público, leis e programas em operação.

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Em produção desde 2026 · Ceará, BrasilVer o método

Todo caos tem regra. Preço, aprovação, prazo, exceção: está tudo lá, espalhado em planilha, WhatsApp e papel.

A Chaos Control começa por ela.

Duas frentes. Um método.

Empresas e setor público. O mesmo método: primeiro a regra, depois o sistema.

O ERP que a sua operação pediria.

Para quem já olhou os ERPs do mercado e viu que nenhum calcula do jeito que o negócio calcula. A gente constrói a gestão em volta da sua regra de preço, de aprovação e de atendimento.

  • Comercial, cotação e precificação
  • Pedidos e acompanhamento
  • Catálogo e portal para clientes B2B
  • Back office e aprovações
  • Integrações com bancos, planilhas e sistemas legados
  • Painéis de gestão

Da lei ao atendimento.

Para prefeituras e autarquias que precisam colocar uma lei, um programa ou um processo em operação, com prazo e com quem atende o cidadão no balcão.

  • Programas municipais: recuperação de créditos e parcelamentos
  • Atendimento de balcão
  • Cobrança com boleto e PIX
  • Documentos oficiais: termos e carnês
  • Integração com DETRAN e bancos
  • Painéis do programa

Quando um ERP de prateleira basta, e quando não basta.

Sob medida não é sempre a resposta. Estes são os sinais.

Não somos a escolha certa quando

  • Um ERP de mercado já atende o processo do jeito que ele é.
  • A necessidade principal é emissão fiscal, contabilidade ou folha.
  • Ninguém na operação pode decidir como a regra deve funcionar.

Faz sentido construir quando

  • Preço, aprovação ou atendimento seguem uma regra só sua.
  • A regra vive em planilha, WhatsApp e na cabeça de alguém.
  • O ERP já foi adaptado e ainda não calcula como o negócio calcula.
  • Uma lei ou programa foi aprovado e precisa funcionar no atendimento.

Sob medida, sem tiro no escuro.

O risco de um sistema sob medida mora na regra mal entendida. Por isso a regra é escrita antes da tela, cada regra de dinheiro e prazo ganha um teste automático, e a entrega acontece por marcos que quem usa valida.

  1. Primeiro, a regra escrita

    EmpresasClienteCotaçãoContêinerPedidoSetor públicoContribuinteMultaAcordoParcela
    • Preço por segmento, cliente e câmbio
    • Desconto por faixa de parcelas
    • Vencimento em dia útil

    Lacunas aparecem aqui, antes do código.

  2. Depois, o sistema testado

    • Telas de balcão e back office
    • Portal para o cliente
    • Integrações e documentos
    • Teste automático em cada regra de dinheiro e prazo
    • banco
    • DETRAN
    • procuradoria

    Prazos de terceiros entram no cronograma desde o primeiro dia.

  3. Então, no ar por marcos

    • Cada marco validado por quem usa
    • No ar e acompanhado, com correção no mesmo dia
    • Regra que muda com frequência vira parâmetro

Os detalhes, a gente mostra na conversa.

Os sistemas que a gente constrói são feitos para a operação de quem contratou. Por isso não ficam expostos aqui.

Empresas

Em construção

Uma operação de importação, da cotação ao pedido.

Setor público

Em produção desde 2026

Um programa municipal, do texto da lei ao balcão.

Se um ERP genérico resolve, ótimo: a gente diz isso na primeira conversa. Se não resolve, a gente escreve a regra e constrói o que resolve.

Conte o que precisa funcionar.

A gente responde em até 24 horas.

  1. Uma conversa de trinta minutos para entender a operação, sem compromisso e sem apresentação de 40 slides.
  2. Se fizer sentido construir, a gente propõe um plano por marcos, começando pela regra escrita.
  3. Quem conversa com você é quem constrói o sistema.
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